Era necessária uma anamnese para que o diagnóstico tivesse o seu quê de intimidade e acreditasse que a esfera intima sofresse o estrago de se desnudar sem virtudes que ocultassem o medo da pequena descoberta.
Sem circunstância de prudência oculto em mim o que há de todos os todos que em mim houveram.
Tão pouco Aristóteles ou Freud em sua casa de campo exercitariam as regras para descompor o arcaico organizado desta fantasia.
O que eu sei de mim fui eu que me ensinou e nada há mais pesado que o reflexo do espelho estar atrás da imagem que gostaríamos de ver.
O que eu sei de mim fui eu que me ensinou e natural me sustento e divido quem dou por caminhos escolhidos de afectos clandestinos.
Ocultos presumo que mesma eu escondo a ferragem das portas do abrir e fechar para só entreabrir a beleza da sombra no umbral da janela à hora certa.
O que eu sei de mim fui eu que me ensinou no rancor da cópia que é o outro em nós sem mais contemplações, e se rio e disfarço é que já estou na peça a determinada etapa enquanto os outros ensaiam a voz do ensaio geral à espera do pano.
Como o Fernando filmou o murro certeiro que encheu de sangue o coração de Belarmino.
O que eu sei de mim fui eu que me ensinou a sedução do cruel elevado ao ponto do âmago vivido a viver o facto de facto para saber o outro primeiro que nós e descobri-lo dfepois duma forma clara que o principio do fim é o fim virado ao contrário avesso direito duma roupa já gasta que era do irmão mais velho.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
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Um comentário:
Oi Tichala...
Adorei o teu blog... deixo aqui nos favoritos para que os avos o possam ver :)
um beijo grande com saudades
Rita
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